Ando muito incomodada com o linguajar dos nossos jovens. Como eles falam (e escrevem) palavrão!!! E não pense que estou falando de ímpios. Estou falando de crentes, de meninos e meninas que conhecem a Palavra de Deus.
Domingo estão na igreja e na segunda escrevem comentários recheados de palavrão na internet.
É este o testemunho que você quer que seu filho dê aos amigos? Se sua resposta como a minha for "não" então comece verificar o que ele anda escrevendo na internet, olhe as fotos que ele coloca em sites de relacionamento (orkut, facebook, sonico, hi5 etc) e, especialmente, faça uma avaliação do exemplo que seu filho está tendo dentro de casa.
A Palavra de Deus nos ensina que não devemos pronunciar nenhuma palavra vergonhosa, nojeta, obscena... Ou seja, não podemos falar palavrão. Isso mesmo! A Palavra de Deus proibe o uso daquelas "palavrinhas" que muitos já estão tão acostumados a proferir que já nem percebem mais.
Quando Paulo fala, em Colossenses 3, sobre pecados dos quais devemos nos afastar, ele inclui "...linguagem obscena do vosso falar." (v. 8) E o que é linguagem obscena? É palavrão! Todo palavrão tem sua origem em malícias, ofensas e imoralidades. Assim, é inadmissível que um cristão use este tipo de vocabulário.
Aquilo que sai dos nossos lábios tem tanta importância que é justamente com as palavras que declaramos a nossa entrega a Jesus, que professamos a nossa fé e é "... com a boca que se confessa a respeito da salvação." (Romanos 10:10).
Se as palavras não fossem tão extraordinárias e não revelassem o nosso caráter, a Bíblia não afirmaria que "...a boca fala do que está cheio o coração." (Lucas 6:45).
Confesso que fico muito chateada quando vejo irmãos da fé que oram no templo, usando palavrão como se usa o ar. Triste!
Conheço, na igreja, homens feitos, pais de família que falam palavrão "na boa". E o pior [se é que há melhor] é que eles sabem que estão fazendo algo errado porque dentro da igreja controlam suas bocas sujas.
Absurdo pra mim: a mesma boca que ora, profere palavrão.
Se sabemos que palavrão é pecado e que "ninguém pode servir a dois senhores (Mateus 6:24a), então alguma coisa só pode estar errada com estes "irmãos" que usam palavras torpes.
Como acredito que luz e treva não se misturam e sei que "...Deus é luz, e não há nele treva nenhuma." (I João 1:5) escolherei santificar os meus lábios e "...guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca." (Salmos 39:1).
Para complementar esta reflexão, leia Tiago capítulos 3 e 4.
A Palavra de Deus nos ensina que não devemos pronunciar nenhuma palavra vergonhosa, nojeta, obscena... Ou seja, não podemos falar palavrão. Isso mesmo! A Palavra de Deus proibe o uso daquelas "palavrinhas" que muitos já estão tão acostumados a proferir que já nem percebem mais.
Quando Paulo fala, em Colossenses 3, sobre pecados dos quais devemos nos afastar, ele inclui "...linguagem obscena do vosso falar." (v. 8) E o que é linguagem obscena? É palavrão! Todo palavrão tem sua origem em malícias, ofensas e imoralidades. Assim, é inadmissível que um cristão use este tipo de vocabulário.
Aquilo que sai dos nossos lábios tem tanta importância que é justamente com as palavras que declaramos a nossa entrega a Jesus, que professamos a nossa fé e é "... com a boca que se confessa a respeito da salvação." (Romanos 10:10).
Se as palavras não fossem tão extraordinárias e não revelassem o nosso caráter, a Bíblia não afirmaria que "...a boca fala do que está cheio o coração." (Lucas 6:45).
Confesso que fico muito chateada quando vejo irmãos da fé que oram no templo, usando palavrão como se usa o ar. Triste!
Conheço, na igreja, homens feitos, pais de família que falam palavrão "na boa". E o pior [se é que há melhor] é que eles sabem que estão fazendo algo errado porque dentro da igreja controlam suas bocas sujas.
Absurdo pra mim: a mesma boca que ora, profere palavrão.
Se sabemos que palavrão é pecado e que "ninguém pode servir a dois senhores (Mateus 6:24a), então alguma coisa só pode estar errada com estes "irmãos" que usam palavras torpes.
Como acredito que luz e treva não se misturam e sei que "...Deus é luz, e não há nele treva nenhuma." (I João 1:5) escolherei santificar os meus lábios e "...guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca." (Salmos 39:1).
Para complementar esta reflexão, leia Tiago capítulos 3 e 4.
Valéria Braidotti








































